Por que o aleitamento materno é tão importante?

Amamentar é um ato positivo para o bebê e para a mulher.

Por que o aleitamento materno é tão importante
09/06/2022
Por: Funerária Araújo-Orsola

Muito se ouve sobre a necessidade de dar exclusivamente o peito ao bebê, principalmente ao recém-nascido, mas você sabe a verdadeira importância do aleitamento materno? 

O leite materno possui exatamente a composição necessária para promover a saúde da criança, por isso é indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a única forma de alimentar um bebê até seus seis meses de vida. 

Além de estreitar os laços entre a mãe e o bebê, amamentar também é um ato positivo para a mulher, que terá redução dos sangramentos pós-parto, bem como melhor recuperação uterina.

 

Benefícios do aleitamento materno

Até os seis meses de vida do bebê, o leite materno é a única fonte de alimentação a ser oferecida ao filho. O objetivo é que a saúde do bebê seja beneficiada por receber um alimento completo para suas necessidades.

É importante destacar que não existe leite materno fraco. O leite materno tem todos os nutrientes importantes para a saúde do bebê, fortalece seus ossos e ajuda a prevenir inúmeras doenças, assegurando seu sistema imunológico.

Justamente por ser um alimento completo, natural e nutritivo, o aleitamento materno é tão fundamental para o recém-nascido.

A importância é tamanha que faz com que exista a Lei Federal n° 13.435/2.017 que marca o mês de agosto como período de incentivo ao aleitamento materno, reconhecendo a importância do ato para nutrir o bebê.

 

Amamentação depois da introdução alimentar

Após os seis meses de vida do bebê, é recomendado pelo pediatra que acompanha a família a iniciação do processo de introdução alimentar. Entretanto, isso não exclui a possibilidade de continuar amamentando, caso haja disponibilidade.

Iniciar a introdução alimentar possibilita que a criança tenha o desenvolvimento de um paladar saudável, experimentando frutas e alimentos que vão além do leite materno.

O processo sempre deve seguir as orientações do pediatra que acompanha a família, a fim de que a saúde da criança seja beneficiada.

Continuar amamentando ou não após a introdução alimentar é uma escolha da mãe que deve ter suporte e orientação médica para embasar sua decisão.

 

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Mulheres com dificuldades em amamentar

A maior parte das mães pode amamentar seus filhos. No entanto, é comum que ocorram algumas dificuldades no processo.

A sabedoria popular costuma indicar o consumo de chás e alimentos para ajudar a aumentar a produção de leite ou melhorar a amamentação. No entanto, é sempre importante ter cuidado com tais práticas que não possuem comprovação científica.

As mulheres com dificuldade de amamentar sempre devem procurar ajuda de profissionais da saúde, para obter orientação especializada e suporte. Afinal, essa é uma fase importante da vida da mãe e do bebê. E quando a orientação profissional é transmitida, muitas das dificuldades conseguem ser sanadas.

 

Orientação profissional

A orientação profissional também contribui para indicar qual é o melhor caminho nutricional para o bebê quando a mãe não consegue amamentar, uma vez que, mulheres soropositivas, que passaram por mastectomia ou que vivenciaram alguma dificuldade na produção de leite materno podem recorrer a fórmulas alimentares.

Além de acompanhar a saúde do bebê, a orientação de um profissional também acompanha a saúde da mulher e pode prevenir problemas como abalo emocional e o risco do desencadeamento de mastite e outras complicações, pelo fato de conseguir amamentar.

 

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O “empedrar” é bastante comum. Conhecido como ingurgitamento, o processo ocorre quando a mama se enche excessivamente de leite, ocasionando tensão local e dores.

Obviamente, a situação dificulta o aleitamento materno, mas o mais recomendado para lidar com a situação é massagear a mama, promover ordenha e aleitamento para eliminar o excesso de leite de forma saudável.

Estar devidamente hidratada, amamentar em livre demanda e ordenhar o leite caso tenha produção maior que a capacidade do bebê de ser amamentado, são atos que evitam o empedramento que causa dores nas mamas.

A mãe que produz muito leite pode fazer doação para o banco de leite em sua cidade. Além de evitar o empedramento, o ato possibilita que outros bebês tenham acesso ao leite materno, contribuindo para o bem-estar de outras famílias.

Quer saber mais ou ficou com alguma dúvida sobre a importância do aleitamento materno? Deixe seu comentário. Será um prazer se pudermos ajudar!

 

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